Sessão 4 (3/Dez/2005)

Resumo da 4ª Sessão

 

"E algo corre mal!"
 
 
 

(nessa sessão baldei-me; ainda n sei bem o que passou, mas…) Houve Picardia entre Bill e Paul

 

Apontamentos do GM sobre essa sessão:

Rapaziada

Estou razoavelmente satisfeito com a última sessão; toda a gente
este in-character, e o próprio Ricardo dá mostras de querer
participar. Infelizmente a mudança de casa do Tony e a doença do
Tiago não lhes permitiu acompanhar a sessão, mas, esperemos,
melhores tempos virão.

Esta era a sessão obrigatória da "seca": ou seja, quando percebem
que, antes de serem super-heróis, são alunos e têm que levar com a
semana de aulas em cima.

As interacções com os NPC's continuam muito boas, e espero ainda com
tendência a melhorar: a picardia entre o Bill e o Paul era esperada
por todos, julgo, e foi com interesse que se seguiu. A Alicia está a
fazer o seu papel de marrona do grupo e foi logo preparar-se e à
equipa para o grande teste daí a 3 meses. A Kay parece que encontrou
alguém que lhe corresponde a atenção, já que o Daniel lhe fazia
sempre orelhas moucas...

Obviamente, a sessão fica marcada pelo violento desaguisado entre
Bill e Paul.

Aqui devo fazer um pequeno à-parte e dirigir-me directamente ao
Rocha, já que me parece que ali houve um pouco de exagero nas suas
acções e metade delas poderiam certamente ter sido evitadas ou
minorados os seus efeitos.

Em particular, cinco:

1º - agredir o Paul cobardemente pelas costas e com os poderes no
máximo
2º - depois de o por ko, amarrá-lo, e só depois disso verificar se
estava bem
3º - ao ver que não conseguia perceber se estava bem ou não, a 1ª
pessoa que chamou foi o John Carlton, e não o Jesus Salvador
4º - durante a luta, ao perceber que não conseguiu afectar o Paul
Guérin, mudou para a forma humana e fugiu, gritando por socorro
5º - durante o interrogatório com o Prof. Duncan Summers, esteve
calado e não se defendeu ou apresentou a sua versão dos
acontecimentos

Tudo isto me parecem a mim como GM acções de bully vulgar e não de
super-herói adolescente. Independentemente da razão que pudesse ou
não ter tido até aí, perde-a completamente ao se portar como um
vilão egoísta.

Este não é o caminho que quero para a campanha. Espero que não seja
esta a maneira como queres jogar e que faças um esforço para que
situações deste género não se repitam.

Agora para a Inês, que ficou frustrada ao não conseguir influenciar
de maneira nenhuma com os seus poderes o Paul Guérin:

Ele está feito com os mesmos pontos que os vossos personagens, mas
ao contrário de vocês, não tem nenhum trade-off, o máximo de dano
que pode fazer é +8 e o máximo save que pode ter é +8 também; no
entanto, isso não quer dizer que eu não puxe pelos saves até ao
máximo permitido (o que fiz), ao mesmo tempo mantendo uma personagem
tridimensional.

Os efeitos mentais são sempre descritos pelos jogadores, acertando
sempre, mas o lançamento para resistir é feito do meu lado, sendo os
resultados descritos depois. Pelo contrário, qualquer dano físico
tem 1º que ultrapassar as defesas do adversário (o lançamento para
acertar) e só depois ele resiste ou não (o lançamento de Toughness).

Espero ter lançado alguma luz sobre o assunto.