Log de Amber - Parte 3/3
Ricardo: (então tamos acabados?) Raquel: (Parece que sim... Ainda me apetece RPar... Só que não sei o quê. Até me apetecia pegar na Penta, mas temos o problema dos pormenores do plano.) Ricardo: (qual plano, mesmo?) Raquel: (Boa pergunta. Qual era o plano: tu fazias os priminhos (e em particular o Balthazar) desaparecer de Garnath numa determinada altura e a Penta dava-te info (ou levava-te a quem a tem). Raquel: (Pronto, o problema está com a parte que toca aos primos. Mas ela pode aparecer para confirmar o plano... ou qq coisa assim... Hmm.. Pode aparecer para dizer que as coisas estão en andamento e que é bom que cumpras do teu lado) Ricardo: (eheh, parece-me bem) Raquel: (Fixolas!) Raquel: (Queres ser tu a expôr a cena? Ou já estou a abusar de ti nesse aspect?) Ricardo: (nope. E então ela vai aparecer vinda do nada?) Raquel: (A menina tem jeito para sneakiness. Começa a cena onde quiseres que eu arranjo uma maneira de a fazer aparecer) Ricardo: (okay, acho que vais gostar desta) Raquel: (Mal posso esperar) Ricardo: (é ainda este dia? ou queres que avance a cronologia?) Raquel: (Estás à vontade com isso.) Ricardo: (achas que ela voltava já hoje?) Raquel: (Acho que ela lhe dava um ou dois dias...) Raquel: (Mas se quiseres na noite seguinte tá fixe. Ou dia. Whatever.) Ricardo: (okay, thanks! Noite seguinte, então.) Ricardo: É noite. No terraço da casa do lar de Gabriel e Trisha uma porta abre-se. Gabriel sai para o ar nocturno, e caminha por entre os enormes vasos incrustados no chão de onde se projectam flores, arbustos e até algumas árvores. O ambiente pouco fica a dever ao de um jardim verdadeiro, plantado sobre terra firme. Ricardo: Gabriel caminha até ao parapeito do terraço, onde pousa a garrafa e o copo que trazia nas mãos. Serve-se de uma dose bem medida e fica a olhar para o Castelo de Amber, sorvendo distraindamente a sua bebida. Raquel: (Só pra me situar, estamos a falar de um terraço elevado ou ao nível do chão?) Ricardo: Lá no alto, guardas pratrulham as ameias. Os seus vultos escuros mal se vêm por causa da claridade das tochas que iluminam o perímetro do castelo, colocadas a meio das muralhas para não estragar a visão nocturna dos guardas nas torres. Ricardo: (hmmm... eu tinha pensado num terraço elevado. pode ser?) Raquel: (ya, na boa. É como te digo, só me queria situar ) Ricardo: Trisha está a dormir no outro quarto com saída para o terraço. Ainda longe de estar recuperada, o cansaço vence-a bastante cedo, às vezes antes do pôr-do-sol. Mas há outra coisa... ela anda anormalmente calada desde o dia anterior. Enquanto Gabriel foi ver Nacara, algo se passou, mas diabos o levem se ele consegue perceber o quê. Raquel: (hehehe, boa ) Ricardo: Segundo as criadas, a única pessoa com quem ela falou foi o seu guarda-costas, Vortex Walash. Problemas em Kashfa? Problemas na casa de Kashlar? O que quer que seja, ninguém mais parece saber de nada. Raquel: (tinhas-lhe prometido um passeio na praia, lembras-te? ) Ricardo: (ah, boa!) Raquel: (muito fixe!) Ricardo: (vou reescrever o outro parágrafo) Raquel: (tou a gostar desta intro) Raquel: (ok) Ricardo: Trisha está a dormir no outro quarto com saída para o terraço. Ainda longe de estar recuperada, o cansaço vence-a bastante cedo, às vezes antes do pôr-do-sol. Mas há outra coisa... ela anda anormalmente calada desde o dia anterior. Durante o passeio pela praia, quase não disse palavra, e pediu para regressar muito antes do esperado. Ela, que parecera tão entusiasmada com o passeio antes! Ricardo: Enquanto Gabriel foi ver Nacara, algo se passou, mas diabos o levem se ele consegue perceber o quê. Segundo as criadas, a única pessoa com quem ela falou foi o seu guarda-costas, Vortex Walash. Problemas em Kashfa? Problemas na casa de Kashlar? O que quer que seja é segredo; ninguém mais parece saber de nada. Ricardo: Gabriel devia ter uma conversinha com esse Walesh. Então ele achava bem perturbar Trisha nesta altura em que ela se encontrava tão vulnerável? Ela precisava de repouso absoluto. No entanto, Gabriel tinha mais em que pensar. Olhava para o castelo e só pensava se o que tinha em mente fazer não traria infelizes consequências para todo a cidade, todo o reino e todo o universo. Ricardo: (okay, força!) Raquel: Por uns momentos a paz da noite amena não foi perturbada, deixando Gabriel em paz com os seus pensamentos tenebrosos. Mas então um ruido na propriedade distraiu-o da sua contemplação do castelo: uma espécie de roçagar indistinto, momentâneo. Depois silêncio. Raquel: Um baque surdo, depois nada. Durante vários minutos. E no entanto as sentinelas da casa não davam sinal. Seria animal nocturno? Ilusão com sons da cidade na realidade distantes? Raquel: (fazes alguma coisa ou entro já com a Penta?) Ricardo: (entra!) Raquel: No entanto Gabriel não conseguia afastar a sensação de estar a ser observado. A vista dos jardins não mostrava ninguém, no entanto, e tudo parecia pacífico por ali. Gabriel começava a descontrair de novo e ia regressar à sua contemplação do castelo quando... Raquel: SNAP! Raquel: O ruido de um ramo a partir surgiu ali mesmo do terraço e Gabriel girou nos calcanhares para se deparar com uma visão do belo-horrível: Penta com um dos seus sorrisos cruéis, acocorada no parapeito do terraço, as asas arqueadas para cima em busca de equilíbrio e um ramo seco partido em dois nas mãos. Raquel: (imaginei que girasses nos calcanhares, mas se queres outra reacção, rescreve à vontade!) Ricardo: (tá óptimo!) Raquel: (então força!) Ricardo: (agora sou eu que me quero situar... a que distância está ela, mesmo? é no parapeito mesmo atrás de mim, ou ainda a uns metros?) Raquel: (uns metros ao lado - imagino que ela tenha trepado a parede para não ser topada a voar em Amber, e se estivesse mesmo em cima de ti terias notado a escalada) Ricardo: (okie!) Ricardo: "Penta? Mas que raio..." Gabriel pousou o copo no parapeito e aproximou-se para ver melhor. Não podia ser, não podiam querer que ele agisse já? Ele ainda mal tivera tempo para considerar possíveis planos de acção. "És mesmo tu?" Ricardo: "<em>O que diabos...</em>" Gabriel calou-se de súbito, voltou a cabeça por um momento na direcção dos arbustos que tapavam mais ou menos a vista para o quarto de Trisha, e depois continuou mais baixinho, quase num sussurro. "O que diabos estás aqui a fazer?" Ricardo: (dá-lhe!) Raquel: O sorriso de Penta cresceu ainda mais, tornando-se quase selvagem. Com um pequeno salto, Penta desceu do parapeito, atirou os pauzinhos para um vaso próximo, sacudiu as mãos uma na outra e aproximou-se um passo. "Boa noite para ti também," disse ela à laia de cumprimento num sussurro suave. Raquel: De facto não havia qualquer dúvida que se tratava de Penta Kness. A pouca roupa que usava era semelhante à da noite anterior, com diferença da saia desta vez ser de um vermelho-ocre. Fechando as asas junto ao corpo, Penta fingiu casualidade e olhou em redor para a mansão. "Tens aqui uma casinha jeitosa," comentou. Raquel: (força!) Ricardo: O olhar de Gabriel demorou-se um pouco mais sobre as pernas de Penta. Pensar que há duas noites tivera aquelas coxas fortes enredadas à volta da sua cintura quando estava prestes a.... Ricardo: "Prenda de casamento," proferiu Gabriel, mantendo a voz baixa. "É bonita, não tenho razões de queixa, mas um Caosita pode achar a decoração demasiado estática. Vais-me agora dizer porque é que deciste vir passear até ao meu terraço a meio da noite?" Ricardo: (vais?) Raquel: Penta atirou-lhe um sorriso divertido à menção de casas estáticas - o Unicórnio lá saberia a que é que ela achara tanta piada - mas logo de seguida o sorriso desapareceu e ela endireitou-se mais um pouco. Toda a sua linguagem corporal era agora puro negócio. "Vim confirmar o nosso arranjinho," contou ela cruzando os braços. Raquel: "As coisas vão ser postas em andamento esta noite..." Um olhar penetrante, "...se não tiveres perdido a coragem, isto é." É uma provocação clara, quando ela desvia o olhar momentaneamente para as janelas que dão para o terraço. Raquel: (comentários?) Ricardo: "Esta noite?" Gabriel sentiu-se como se o chão do terraço se tivesse aberto debaixo dele. Engoliu em seco. "Isso quer dizer o quê, exactamente?" Ricardo: (força) Raquel: Aparentemente o desconforto de Gabriel deu gozo a Penta Kness porque o sorriso malévolo voltou a tocar-lhe os lábios. "Quer dizer que o rastilho vai ser acendido. Será uma questão de tempo até o canhão disparar." Mais um passo em frente, que reduz a distância entre ambos pela metade. "Não tarda muito terás de afastar os teus amiguinhos de Garnath," esclareceu num murmúrio quente. Raquel: Uma pausa agoniante. "Depois logo te digo quando exactamente," atirou ainda. O sorrisinho morreu. "Não estás com ganas de abrir o jogo com os teus vizinhos do castelo, não?" ronronou ela. Raquel: (força) Ricardo: Gabriel já sentia calores por Penta estar tão próxima. Mas tentou que isso não lhe afectasse a voz. "Não, é claro que não. Só não quero é que obriguem a executar o meu plano antes de ter as peças todas em posição. Vocês acreditam mesmo que se passarem por Garnath não serão parados logo a seguir? O vale é só a primeira linha de defesa, mais nada." Ricardo: "Mas já que estamos a falar de cumprir o nosso acordo..." arriscou Gabriel, "acho que é a vossa vez de me dar algo. Eu dei-vos tudo sobre a Carolina - por esta altura já terão com certeza conferido que ela existe e é real, talvez já tenham até localizado o destacamento do vosso exército com quem ela teve conversações." Ricardo: (agora sim, podes continuar) Raquel: "Mmm", murmurou Penta, chegando um pouco mais próxima e descruzando os braços. "E o que é que tu queres mesmo, Gabriel?" perguntou num tom quente e íntimo. A pouca luz do terraço iluminava-lhe a cara em perfil, com as suas feições correctas e olhos penetrantes escuros. Raquel: Não seria possível que ela se tivesse esquecido do acordo da noite anterior, claro. Mas seria provocação ou algo mais na voz dela? Depois de uma pausa, um canto da boca enrolou-se num trejeito cruel. Mas os olhos intensos não largavam Gabriel. Raquel: (força) Raquel: (diabo da gaja quer mesmo provar que consegue seduzir o G ) Ricardo: Gabriel sentiu a sua garganta secar. "Bom, eu ia lembrar-te que a Daphne precisa de ser tratada." Ricardo: (oh, isso é fácil... basta ser uma gaja para seduzir o Big G! ele já se passeou atrás de Nacara, Catherine, Ilyena, Arena, sabe Deus... e casou com a gaja em que nunca tinha reparado até ela se começar a atirar descaradamente para cima dele. não custa nada!) Raquel: (LOL!!) Ricardo: "Quando..." Gabriel baixou os olhos e tossiu ao de leve para limpar a garganta. "Quando é que me levas a essa tal pessoa que a pode pôr melhor?" Ricardo: Gabriel voltou a olhar Penta nos olhos ao aperceber-se de que a sua visão estivera focada durante demasiados segundos na saia vermelha dela, enquanto estivera a reflectir sobre o quão pouco o tecido escondia. Ricardo: (força) Raquel: (Hm, não me lembro da Daphne fazer parte do negócio... funny.) Ricardo: (ela não fazia... a Penta é que mencionou que conhecia alguém... bastante antes da conversa do negócio começar. eu é que depois me esqueci completamente da Daphne... por razões óbvias, eheh) Raquel: (ah bom. era pra me situar. não queria dizer calinada agora com a Penta.) Raquel: Penta pareceu surpreendida por uma fracção de segundo. "A cadelinha?" perguntou num sussurro vagamente incrédulo. "Essa não é parte do acordo, Gabriel. E não sei se podemos fazer grande coisa com um cérebro frito." O próprio tom de voz foi cruel por um instante. Ricardo: "Mas..." Raquel: Então Penta passou a ponta de um dedo quente e macio pelo queixo do Gabriel, descendo pelo maxilar preguiçosamente. "Mas?" encorajou noutro sussurro íntimo. Raquel: (força) Ricardo: "Tu disseste que... eu pensei que..." gaguejou Gabriel enquanto o dedo de Penta lhe descia o pescoço e se imobilizava sobre a sua maça de Adão. Ricardo: "Então... não há esperança para ela?" Ricardo: (comé? ) Raquel: A carícia pausou sob a pele do Gabriel. Depois um encolher de ombro discreto acompanhado de um ajeitar de asas. "Os amberitas são resistentes. Quem sabe?" O momento surpreendente de aparente sinceridade terminou abruptamente com outro sorriso malévolo. "Fizeste ali um bom trabalho, sim. És sempre assim impetuoso?" perguntou, o dedo retomando o seu passeio. Raquel: (heh, flirting, flirting... força! ) Ricardo: "Pelo olho da Serpente..." blasfemou Gabriel, numa expressão que não se lembrava de ter usado antes. "Acho que preciso de outra bebida." Raquel: (hahaha, lindo! ) Ricardo: (sorry, pausa pra Diana... se quiseres escrever alguma coisa entretanto, força!) Raquel: (só um comentário e depois continua à vontade) Raquel: Penta semicerrou os olhos, o dedo pausando novamente, já no peito do baronete. "Tens o hábito de jurar pela Serpente no meio de Amber?" a pergunta feita num tom de vaga surpresa, como se Gabriel tivesse assim respondido à pergunta original dela. Raquel: (pronto, quando quiseres) Ricardo: A mão de Penta deu-lhe o copo para mãos e, ainda mal ele o tinha agarrado, já mesma mão segurava a garrafa inclinada sobre o copo, que Penta encheu até cima. Ricardo: "Estou a tentar deixar-me de hábitos," disse Gabriel antes de levar o copo aos lábios e de beber tudo de uma assentada. Ao terminar, o seu braço atirou o copo pelos ares, que voou quase em linha recta até se estilhaçar a umas dezenas de metros de distância contra a parede do edifício do outro lado da rua. Ricardo: "A Tamara vai pagar por isto," avisou Gabriel. "Vou partir-lhe todos os ossos do corpo e, quando ela já não puder gritar mais, vou usar os dedos do Logrus para lhe virar o corpo do avesso. Quero vê-la a voltar à forma antiga quando tiver as entranhas de fora, e a pele, os olhos e boca do lado de dentro." Ricardo: (força!) Raquel: A primeira reacção de Penta foi arquear uma sobrancelha perfeita, mas logo depois soltou uma gargalhada musical. O som propagou-se bem na noite amena, condizendo com o de vidro a estilhaçar. "Que violência, baronete," provocou o anjo, "ou será que vejo o sangue Chanicut a vir ao de cima?" Raquel: Num movimento preguiçoso, Penta enterrou uma mão no cabelo de Gabriel, junto à nuca, e agarrou bem numa mão-cheia. "Tamara não é pessoa com que se brinque, Gabriel, e muito menos a Casa de Hendrake. Considera-o um aviso amigável." Raquel: Chegando tão perto que quase se encostava a Gabriel, Penta murmurou ainda: "Mas olha que a Tamara só pôs a coleira. Quem a arrancou à bruta foste tu..." Raquel: (força!) Ricardo: (ai, vai com força vai!) Raquel: (Woohoo! quero ver isso ) Ricardo: O tubo de luz negra enrolou-se à volta do pescoço de Penta vindo do nada e comprimiu-lhe a traqueia. "Eu sei disso. Não achas que eu sei isso? E é exactamente por causa disso é que ela vai pagar caro. Maldita." Ricardo: O tentáculo recuou e dissolveu-se nas sombras. Gabriel levantou uma mão e tocou ao de leve no pescoço de Penta, deixando os dedos percorrer as marcas de pele vermelha que haviam ficado para trás. Ricardo: "Do que estávamos a falar, mesmo?" perguntou Gabriel, com a voz um tudo ou nada mais baixa e num tom menos seguro. Ricardo: (força?) Raquel: Durante o episódio, Penta permaneceu calma, e com o desaparecer do tentáculo, um enorme sorriso predatório surgiu-lhe na cara, revelando a dentição branca, imaculada, com os seus caninos afiados. "Falávamos de vingança, creio," esclareceu ela, apertando mais a mão-cheia de cabelo e inclinando a cabeça facilitando o acesso de Gabriel ao seu pescoço. Raquel: Penta humedeceu os lábios. "A tua reputação precede-te, Chanicut, mas não tenho medo de ti," disse ela de súbito. E sem qualquer explicação, puxou Gabriel para um beijo escaldante. Raquel: (go ahead) Ricardo: Durante um segundo, Gabriel pareceu surpreso e atordoado, mas depois respondeu com ímpeto. As suas mãos percorreram as costas de Penta com urgência, desejando esmagá-la contra ele. Ricardo: Gabriel pareceu tentar empurrar Penta contra uma coluna de mármore a alguns metros de distância, mas a meio caminho ela deu-lhe a volta e foi ele quem ficou sem ter para onde recuar. Ricardo: Só então é que o beijo foi quebrado. A respiração de Gabriel estava pesada, "Isto não é a coisa mais sensata que eu já fiz," disse enquanto dispensava um relance na direcção do quarto de Trisha. Ricardo: (you!) Raquel: Arqueando as asas para cima, semi-abertas, Penta encurralou Gabriel contra a coluna, sorriso de predador regressando aos lábios quando o contacto foi quebrado. Os olhos escuros dela seguiram os do Gabriel até à janela de Trisha. "Tens medo que alguém te apanhe?" veio o sussurro. Raquel: Com uma risadinha contida, Penta apoiou as mãos na coluna e empurrou Gabriel com o próprio corpo. O movimento das asas fê-las roçar nas plantas mais próximas com um roçagar. "Que aconteceu ao lendário Gabriel Chanicut?" murmurou-lhe ela ao ouvido. Raquel: E com isso mordiscou-lhe a orelha, caninos afiados magoando a pele sensível. Raquel: (força. quero ver onde isto vai parar... hmm, será que a Trisha está mesmo a dormir? E onde pára o Walash? hehehe!) Ricardo: (ai, não........................ ) Raquel: (<inocente> estou só a brincar com as possibilidades...) Ricardo: (pois, pois... estás é a ganhar olho para isto...) Raquel: (hee hee) Ricardo: O contacto do seu corpo com o de Penta era mais do que Gabriel conseguia suportar, especialmente quando impelido à acção pelas suas dentadas. As suas mãos percorreram o corpo de Penta buscando os sítios estratégicos. Uma tentou penetrar por baixo das placas de couro da armadura para sentir e libertar um seio; a outra desceu directamente para a provocadora saia vermelha, tentando puxá-la para cima. Ricardo: "Penta...." sussurou Gabriel, quase num gemido, "Tu tiras-me do sério." Ricardo: (you?) Raquel: Uma risadinha do fundo da garganta foi a resposta do anjo do Caos. Enquanto o mordiscava agora no pescoço, Penta levou uma mão à sua couraça e lutou por uns momentos com algo. "Promessas, promessas," disse ela finalmente numa voz quente junto à orelha de Gabriel. Raquel: E com isso soltou o fecho que aguentava a pequena couraça de couro e esta começou a ameaçar cair. A saia, por outro lado, não era mais que duas abas de cabedal macio, e não apresentava obstáculo às mãos vadias do baronete. Raquel: A mão agora livre de Penta passeou pelo ombro de Gabriel, começou a descer-lhe pelo lado, sentindo as costelas. Raquel: (força) Ricardo: Com um ronco animal, Gabriel lançou-se contra Penta, que cruzou a suas pernas à volta da cintura dele. Para surpresa dela, ele continuou o movimento, fazendo tenções de cair no chão sobre ela, mas um rápido movimento das asas de Penta fez os dois girar e foi Gabriel quem aterrou de costas sobre o canteiro de flores. Raquel: (oo, cool!) Ricardo: Os seus braços haviam engrossado muito para além do tamanho normal, rasgando os punhos da camisa, que parecia também em risco de explodir numa chuva de botões ao longo do peito. As mãos dele subiram rapidamente pelos joelhos dela acima, até conseguirem destapar o seu verdadeiro alvo. Ricardo: Gabriel sentira ao cair, por alguns momentos, os espinhos grossos de algumas das flores. Não lhe sentia a dor agora, mas esses espinhos estavam por baixo das suas costas, cortando-lhe a camisa às tiras enquanto se contorcia debaixo de Penta. Já por diversas que quase conseguia virar a sua amante, mas esta, com movimentos poderosos das asas, acabava sempre por manter a sua posicção em cima dele. Ricardo: (tu?) Raquel: Ela própria movendo-se com mais urgência, Penta levou as mãos às calças de Gabriel e com movimentos bruscos tentou desapertá-las ao mesmo tempo que lutava por fica em cima. Pássaro que se prezasse não deixaria que lhe prendessem as asas... Raquel: "Hm, a besta vem à superfície," comentou ela ao notar o aumento de massa muscular no baronete. De novo aquele sorriso malévolo, desta vez com a respiração mais acelerada. "Aposto que a tua mulherzinha não aprecia," veio a farpa maldosa. Ricardo: Gabriel rosnou. Raquel: Penta largou uma gargalhada deliciada e redobrou os esforços, livrando-se finalmente do cinto que prendia as calças do Gabriel. Raquel: (força) Ricardo: Rosnando, Gabriel ainda lutou mais algumas vezes para ficar no topo, mas a dada altura um pequeno jeito de cintura de Penta fê-lo encontrar o caminho para algo mais importante, e tudo o resto ficou esquecido. Amber, Trisha, as promessas feitas a Nacara, Daphne, tudo isso se varreu por completo da sua mente. Ricardo: (hmm... what else? ) Raquel: (lixado, não é? queres que escreva um parágrafo prá Penta?) Ricardo: (sure! só um? ) Raquel: (já vejo se dá mais que um...) Raquel: Penta entregou-se aos movimentos rítmicos de sexo com um pequeno murmúrio triunfal que cedo se transformou num gemido. Aqui e ali as suas asas batiam, respondendo com naturalidade aos movimentos. Raquel: Engraçado como Penta parecia ser feita de fogo e gelo por dentro ao mesmo tempo, e como apesar de não o parecer até tinha alguma força. Implacável, Penta riu por entre arquejos. "Quer-me cá parecer... que vais ser o meu brinquedo," murmurou-lhe ao ouvido antes de, com um gemido, lhe plantar um beijo exigente nos lábios. Raquel: (força) Ricardo: (é um texto muito bem apanhado... tens jeito para isto! agora como é que continuo isto?? ai, ai...) Raquel: (quem eu? leio demais, desconfio... ) Raquel: (há sempre o velho truque de meter alguém a interromper... hee hee hee ) Ricardo: (yikes! eu continuo, eu continuo!) Raquel: (LOL) Raquel: (mas deixa lá que tu tb tens jeito pra isto. tens ali uns *moves* mto fixes, hehe ) Raquel: (epa estás tão feito ao bife... Gabriel e as mulheres... <abana cabeça>) Ricardo: Talvez Penta tivesse razão. Por mais que Gabriel se debatesse, salivasse e rosnasse, era ela quem o controlava. Um apertar bem sincronizado das suas coxas, e de uns certos músculos que só um Caosita poderia possuir, eram o suficiente para voltar concentrar Gabriel exclusivamente no corpo dela. Ricardo: (porquê, o que vai acontecer ao bife??) Raquel: (está a ser disputado por muitos cães... er, you know what I mean.) Raquel: (já não te bastavam os sarilhos em Amber ainda tinhas de te meter com tipas do Caos... ) Ricardo: (se tudo correr mal, vou refugiar-me em Corilaine!!) Raquel: (oh sim, oh sim... aí está outro coração quebrado.. ) Ricardo: Penta era como um cavaleiro montando uma besta selvagem, que deixava animal entre as suas coxas dar o máximo si, controlando-o apenas o suficiente para não ser projectado para fora da sela. Era um equilíbrio delicado, mas Penta parecia ter nascido para aquilo. Ricardo: (pronto, tua vez) Ricardo: (pá, tenho que dividir o amor pelas aldeias... infelizmente Gabriel há só um para elas todas!) Raquel: (grande lata!! ) Raquel: (que dizes, o pessoal atinge climax sem ser interrompido?) Raquel: (que pergunta estranha para te estar a perguntar. Weird... se calhar é por serem 4AM...) Ricardo: (eheh... ao menos interrompe-os depois do grande C!) Raquel: (okie dokie) Raquel: E isso notava-se na falta de medo, na centelha triunfante nos seus olhos, na maneira como ela parecia antecipar como Gabriel tentaria dar a volta à situação. Penta quebrou o beijo com uma mordidela que deixou sangue no lábio do Gabriel e sorriu cruelmente. Estavam ambos lá quase... Raquel: (bolas, estou a dar voltas à cabeça à procura de algo que ela dissesse...) Ricardo: (praguejar em chinês, perdão, dizer algo na língua lá da terra dela/minha?) Raquel: Sentindo o momento próximo, Penta aumentou o ritmo e baixou-se para segredar ao ouvido do baronete: "Que tal acordarmos a tua mulher?" E foi nesse momento que Penta sentiu a libertação do clímax. Apesar do controlo que exercera até ao momento, o anjo não foi capaz de impedir que o gemido lhe escapasse dos lábios: "Chanicut!" seguido de palavras indistintas. As suas asas estremeceram. Raquel: (go for it!) Raquel: (as palavras indistintas podem bem ser lá da língua dela.) Ricardo: E Gabriel estremeceu com ela, agarrando-lhe as coxas com tal força que os seus dedos e unhas deixaram marcas naquelas coxas creme. A menção a Trisha trouxera-o por um momento de volta à realidade, apenas para depois ser arrastado por um turbilhão de emoções e sensações contra os quais não tinha o poder de lutar. Ricardo: Depois de mais algumas convulsões, Gabriel gemeu e deixou-se cair para trás, emocionalmente - já que não fisicamente - exausto. Fechou os olhos, mas mesmo assim parecia que continua a ver as estrelas por cima da sua cabeça; a única diferença é que estas giravam perceptivelmente em torno de si. Ricardo: (now what?) Ricardo: (ou ficamos por aqui?) Raquel: As palavras de Penta foram proféticas. Do quarto de Trisha aparecia agora uma luz fraca, como se alguém tivesse acabado de acender uma vela. Ainda ofegante, ela virou para lá o olhar, sorriu e murmurou. "Ora bem. É a minha deixa para sair daqui." E num instante o anjo tinha-se afastado de Gabriel e pegava na couraça que caíra ao chão. "Nada mal," comentou num sussurro, "para um amberita." Ricardo: (ouch!) Raquel: A luz estava a tornar-se mais forte e uma sombra passou pela janela. "Até breve," despediu-se ela com outro daqueles sorrisos cruéis que mostravam os caninos afiados. Com um salto ágil, Penta atirou-se do terraço, fazendo uso das asas para amparar a sua queda. Em segundos, tinha desaparecido nas sombras da noite. Raquel: (e agora é contigo se queres o confronto com a Trisha - que podemos fazer hoje ou noutra algura - ou se deixamos isto em suspenso) Ricardo: (acho que pode ficar To Be Continued... muito fixe!!! clap, clap, clap!) Raquel: (clap clap clap pra ti tb! Gostei da cena, sim senhor.!) Ricardo: eheh
To be continued...
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- 1103 leituras


Que pouca vergonha foi esta???
Mas que raio??? Um tipo deixa de jogar Amber há já n sei qts meses, e de repente vem à net, e só se lê estas poucas vergonhas...
ver se retomamos as hostilidades brevemente, que a minha perso (com o seu all-mighty-cat) tem vontade de sair do armário, que já tá com n sei qts camadas de pó em cima! ;)
btw, continuem com a ficção, que está bastante boa! (Y);)
Re: Que pouca vergonha foi esta???
Sabes como o que povão de Amber diz: "Quem não tem gato, arranja um parceiro sexual a sério!!!"
Com que então "sair do armário"... isso pode ter muitas conotações!
Se estivesse aqui o Paulo a ler isto, ele dizia-te como era, eheh.
Obrigado pelo interesse, e pelos comentários. Prometo que me porto melhor durante a sessão!
Aquele abraço!
Sou um assumido!
Com que então "sair do armário"... isso pode ter muitas conotações!
Logo a levar a conversa prá breguilha...
E sim, assumo-mo em querer sair do armario! Depois de me veres a jogar em (quase) todos os RPs com uma perso gaja, que tavas à espera?
Cá espero uma sessão emocionante de Amber nas proximas semanas... E ver se o meu gato n fica a ouvir certas conversas pelo meio do palacio... É que ele tem essas manias, sabes?
Re: Sou um assumido!
E sim, assumo-mo em querer sair do armario! Depois de me veres a jogar em (quase) todos os RPs com uma perso gaja, que tavas à espera?
Ah, então é por isso!! Pensei que houvesse alguma vantagem em termos de mais pontos para gastar em skills, uma progressão de XPs mais rápida, além te dar as vantagens de poderes escapar ao serviço militar obrigatório e veres as tuas personagens subestimadas pelos vilões... ah!